sábado, 2 de abril de 2011

Noite de sábado, vento gelado, cheiro de chuva e televisão ligada só pra fazer barulho. Ela e o monstro, aquele que vem sem nem avisar e vai criando uma bola no estômago, que faz querer levantar, sair correndo e na mesma hora se esconder no cantinho do quarto, - a perna fica balançando descontroladamente como se para fazer a coisa sair, a boca seca e lá vai mais uma xícara de chocolate, e então, como se nunca estivesse tido ali, o monstro some. O canal muda, a janela fecha e sem mais chocolate por esta noite.